Sintomas do ataque de pânico | 12 sintomas físicos, emocionais, e cognitivos

Sinais e sintomas de um ataque de pânico

Os ataques de pânico são o principal sintoma de transtorno do pânico, mas podem ocorrer com outras condições médicas e de saúde mental. Estes ataques são caracterizados por uma variedade de sintomas físicos, emocionais, e cognitivos. Aqui estão os top 12 sinais e sintomas de ataques de pânico.

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1 –  Palpitações cardíacas ou frequência cardíaca acelerada

Ao experimentar um ataque de pânico, muitas pessoas sentem seu coração batendo forte. Palpitações cardíacas são muitas vezes por causa da percepção de medo, já que muitas pessoas que forem de ataque de pânico acreditam que este é um sinal de uma emergência médica grave, como um ataque cardíaco ou derrame. No entanto, a frequência cardíaca geralmente retorna ao normal, quando o ataque de pânico desaparece.

2 – Tremores ou abalos

Ao ter um ataque de pânico, uma pessoa pode sentir tremores, especialmente nos braços, pernas, mãos e pés. Semelhante a outros sintomas de ataque de pânico, tremores incontroláveis e agitação são um resultado da reação de luta ou fuga. Esta resposta é desencadeada frequentemente em pessoas com transtorno do pânico e muitas vezes sem causa. Reações de luta ou fuga preparam o corpo para combate ou fuga de uma ameaça real ou imaginária no meio ambiente.

3 – Transpiração excessiva

À medida que surgem sentimentos de ansiedade, não é incomum para o indivíduo que sofre com pânico começar a suar. Muito parecido com outros sintomas relacionados à ansiedade, sudorese excessiva é parte da resposta de estresse inata do corpo. Esta reação sinaliza o corpo para estar ciente dos sentimentos de perigo.

4 – Hiperventilação

Hiperventilação envolve respiração superficial e restrita que é provocada por pânico e ansiedade. Durante um ataque de pânico, o padrão de respiração normal de uma pessoa pode mudar de uma forma que não permite que ele / ela tome respirações completas. Em vez disso, a pessoa vai tomar respirações rápidas e curtas. A hiperventilação pode ser acompanhada por tomar suspiros altos para o ar, mas também pode ser retratado de forma mais sutil através da tosse e respiração rápida.

5 – Sensação de asfixia

Tal como acontece com hiperventilação, uma pessoa passando por um ataque de pânico pode sentir uma sensação de respiração restrita e falta de ar. Estes podem contribuir para sentimentos de asfixia. Se relacionadas com hiperventilação ou não, sensações de asfixia pode intensificar a ansiedade da pessoa com pânico.

6 – Dor Torácica

Muitos indivíduos que sofrem com isso relatam que a dor no peito é um dos sintomas mais assustadores de ataques de pânico. Pessoas com transtorno do pânico podem sentir dor no peito causada por mecanismos tanto cardíacos quanto não-cardíacos. A dor torácica é um dos sintomas mais comuns de ataques de pânico que leva a pessoa a procurar assistência médica imediata.

7 – Náuseas ou dor abdominal

Os ataques de pânico podem instigar sensações de desconforto ou dor na região abdominal. Outros sintomas, tais como a hiperventilação e sentimentos de ansiedade, podem contribuir para a náusea e / ou dor abdominal. A maioria não vomita ao ter um ataque de pânico.

8 – Tonturas e vertigens

Ao passar por um ataque de pânico, uma pessoa pode começar a sentir tonturas e instabilidade. Isso torna difícil para a pessoa se concentrar e pode aumentar a ansiedade. Embora incomum, é possível para uma pessoa passando por um ataque de pânico desmaiar de tontura.

9 – Desrealização e despersonalização

Durante um ataque de pânico, uma pessoa pode se sentir desconectada de si e / ou do ambiente circundante. Quando enfrentando esses sintomas, a pessoa pode ver seus arredores distorcidos, nebulosos, ou desconhecidos. A pessoa pode sentir como se fosse robótica, fora de si, ou apenas atravessando os movimentos. Desrealização e despersonalização tendem a impactar negativamente e muitas vezes levam a um maior medo, pânico e ansiedade.

10 – Sensações de dormência e formigamento

Sentimentos de dormência e formigamento são muitas vezes acompanhados de desrealização e despersonalização, mas também podem ser o resultado de intensos sentimentos de ansiedade que ocorrem durante um ataque de pânico. Áreas do corpo podem ter sensações de agulhas entrando ou de estarem completamente congeladas e dormentes. Estes sintomas podem ocorrer em qualquer parte do corpo e são mais frequentemente sentidos nas mãos, braços, pernas, dedos, pés e rosto.

11 – Medo de morrer, perder o controle, ou medo de ficar louco

Pode não ser surpreendente que a experiência subjetiva de ter um ataque de pânico possa ser percebido como assustadora. Quando o ataque de pânico se agrava, a pessoa pode se preocupar com sua segurança pessoal e experimentar um medo de morrer. Além disso, ataques de pânico podem fazer uma pessoa se sentir como se fosse perder o controle de si mesmo ou, eventualmente, “enlouquecer”. Tais pensamentos e medos, muitas vezes aumentam a intensidade do pânico e da ansiedade.

12 – Calafrios

Calafrios é frequentemente um sinal de que uma pessoa está assustada. Da mesma forma, a temperatura do corpo de uma pessoa pode subir quando confrontados com uma sensação de perigo. Sentimentos de ansiedade podem contrair os vasos sanguíneos, causando na pessoa ondas de calor. Mais uma vez, a resposta de luta ou fuga é iniciada, ajudando o corpo a construir a força para lutar ou correr da ameaça. Uma pessoa passando por um ataque de pânico também pode oscilar entre sentir-se excessivamente quente e fria. Por exemplo, ondas de calor podem levar a transpiração excessiva, o que pode potencialmente levar a pessoa com ataque de pânico a experimentar calafrios.


Fontes:

American Psychiatric Association. (2000). Diagnostic and statistical manual of mental disorders, 4th ed., text revision. Washington, DC: Author.

Bourne, E. J. The Anxiety and Phobia Workbook. 5th ed. Oakland, CA: New Harbinger, 2011.

Huffman, J.C., Pollack, M. H., & Stern, T. A. (2002). Panic Disorder and Chest Pain: Mechanisms, Morbidity, and Management. Primary Care Companion Journal of Clinical Psychiatry, 4(2), 54-62.




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