Dementofobia (Medo da loucura): Causas, sintomas, tratamentos

Dementofobia – Medo de ficar louco

A palavra “Dementofobia” é utilizada para designar o medo da insanidade. É derivada das palavras gregas Dementos e Phobos que significam ‘loucura’ e ‘medo’, respectivamente. Apesar disso, o mais comum é que em português se usem os termos Lissofobia (medo de ficar louco) e Maniafobia (medo de insadade).

Um indivíduo dementofóbico experimenta extrema ansiedade ou um ataque de pânico quando epensa em ficar louco / insano, ou até mesmo com uma cena de filme que descreve uma pessoa insana. Um medo excessivo deste tipo pode afetar o cotidiano. Muitas vezes, o medo de ficar louco impede o indivíduo de abandonar sua casa, ou manter um emprego estável. A maioria dos pacientes desse tipo tendem a ser isolados socialmente e severamente deprimidos.

Dementofobia - Medo de ficar louco

Causas do medo da insanidade

Na maioria dos casos, um histórico familiar da doença é a causa mais provável do medo de ficar louco. A história tem demonstrado uma e outra vez que a sociedade é muito cruel com pessoas que sofrem de transtornos mentais, como esquizofrenia, psicose maníaco-depressiva, etc. Do início do século 19 até o século 20, a única solução para combater a demência era jogar o paciente em um asilo, onde reclusos recebiam choques elétricos e ficavam acorrentados o tempo todo. Assim, uma pessoa que tenha testemunhado tamanha crueldade para com um membro da família ou um amigo, ou tenha visto isso retratado nos meios de comunicação, filmes ou notícias pode sofrer com medo de enlouquecer.

Um evento muito traumático na infância, como assassinato, abuso ou estupro também pode levar à fobia de insanidade.

Muitos famosos gênios talentosos e brilhantes são conhecidos por ter tido colapsos mentais. Casos como suicídio do ator e comediante Robin William, (o comediante brilhante alegadamente desistiu de vida, depois de enfrentar depressão por muito tempo e também devido a um diagnóstico da doença de Parkinson) também podem agravar o medo da insanidade. Outro caso famoso de uma estrela descendo para as profundezas da depressão é de Michael Jackson. Saiu da posição de astro mundialmente admirado para enfrentar alegações de abuso infantil, pedofilia, dependência de substâncias entorpecentes, comportamento recluso, inúmeros divórcios e relacionamentos, a obsessão com a cirurgia cosmética. É importante salientar também sobre o fato de que o gênio / fama / talento e riqueza, eventualmente, levam à loucura. Ver esses modelos de comportamento sucumbirem à depressão e aos problemas psicológicos pode desencadear casos de dementofobia.

Situações estressantes também podem agravar pensamentos excessivos sobre estar enlouquecendo. O fóbico acredita principalmente que a insanidade poderia causar comportamento anormal, tiques, perda de foco etc, coisas que poderiam levá-lo a ser ridicularizado ou ostracizado pela sociedade.

Um caso muito famoso e curioso é o do assassino de John Lennon, Mark Chapman. O último acreditava que ele tinha sido solicitado por uma “força maior” para cometer o ato cruel. O número de casos de dementofobia aumentou na sequência desse fato. Isso também levou a mais equívocos e estigmatização das doenças mentais.

Hoje, porém, modernos medicamentos podem ajudar a prevenir a demência e seus sintomas, embora eles tenham que ser tomados regularmente e frequentemente. Filmes ou notícias que descrevem crimes violentos cometidos por pacientes depois de parar de tomar seus remédios, contudo, podem intensificar sua Dementophobia.

Os sintomas de Dementofobia

Dementofobia também produz uma variedade de sintomas mentais e físicos que incluem tipicamente:

  1. Sentimento geral de condenação, depressão, ansiedade
  2. Pânico, agitação, palpitações, falta de ar e etc, com o simples pensamento de ficar louco. Esta situação é agravada quando há interação com uma pessoa insana, ou ao assistir ou ler relatórios sobre eles.
  3. Medo de ser institucionalizado ou ridicularizado pela sociedade poderia fazer o fóbica perder o contato com a realidade ou tornar-se socialmente isolado.

Tratamento para perder medo de ficar louco

Pode ser bastante complicado controlar e tratar o medo de ficar louco. No entanto, uma mistura de medicamentos e terapia de aconselhamento pode prevenir a ansiedade associada com a doença. A desvantagem de medicamentos é que eles podem aumentar a crença do fóbico que ele louco, tornando a situação mais complicada.

Portanto, é importante que o doente eduque-se sobre vários transtornos mentais, particularmente os que ele tem medo de adquirir. Muitas terapias modernas, como a terapia comportamental cognitiva também podem ser muito úteis para ajudar os fóbicos a entender o significado de seu medo. Outras terapias úteis para o tratamento de dementofobia são Hipnoterapia e PNL (programação neuro linguística). Ambos podem ajudar a chegar ao fundo da fobia e minimizar os pensamentos de medo e sintomas relacionados a ela.

 

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