Fonofobia (Medo de barulho): Causas, sintomas, tratamentos

O medo de barulhos altos é conhecido por vários nomes diferentes: Ligirofobia, acusticofobia, sonofobia ou fonofobia. Todos esses diferentes termos têm suas raízes na palavra grega para “barulho, som ou ruído”.

Não importa quão preparado esteja: a súbita explosão de um alarme pode causar susto e pânico. Ligirofobia é uma fobia bastante comum, que afeta muitas pessoas, jovens e idosos, em todo o mundo.

Nós seres humanos costumamos configurar alarmes despertadores para acordar, além de instalar alarmes de segurança e dormir profundamente no conhecimento de que vamos ser notificados de intrusos ou assaltantes graças a esses alarmes (no caso dos americanos). No entanto, quando o alarme toca, tendemos a ficar em pânico e desorientados. Em indivíduos normais, esta reação geralmente só dura apenas alguns segundos e a maioria de nós acorda de forma suficientemente rápida para discar o número de emergência. Em caso de fonofobia, porém, o indivíduo simplesmente não pode tomar qualquer ação, devido ao ruído alta bombando em torno dele. O termo clínico para o medo de barulhos altos é Ligirofobia- onde Ligyro significa “agudo” em grego.

Vamos estudar as causas, sintomas e tratamento para fonofobia em detalhes.

Fonofobia - medo de barulho alto

Causas de Ligirofobia

Até certo ponto o medo de barulhos altos é embutido em seres humanos. Desde o alvorecer da humanidade, qualquer som novo, agudo ou alto iria conduzir os ser humano à um estado de fuga, a fim de manter-se seguro.

As crianças são mais propensas a sofrer de fonofobia porque são mais sensíveis a estímulos sonoros desde a primeira infância. Para a maioria das crianças, este medo é transitório e passa com o tempo. Em alguns casos, porém, especialmente quando houve um incidente traumático ou negativo associado com o barulho, o medo pode se tornar permanentemente gravado em sua mente. Este é realmente um mecanismo usado pela mente para se defender de mais traumatismos usando a mesma resposta condicionada de medo mais e mais vezes – tentando assim proteger o indivíduo de mais experiências ruins.

Adultos com fonofobia tendem a ter outras razões que estão por trás deste transtorno de ansiedade. Normalmente, eles podem sofrer de insuficiência adrenal, misofonia, ou hiperacusia. Estas são condições psicológicas que poderiam ter causado extrema sensibilidade ao som e estímulos, fazendo com que tais pessoas tendam a temer ruído contínuo e não consigam nem pensar direito em ambientes ruidosos. Autismo é outro fator que pode levar a fobia de barulho alto.

É importante notar que cada um reage de forma diferente para diferentes sons. Mesmo dentro de uma única família, você terá membros mostrando diferentes reações a sons diferentes. Alguns podem sofrer de enxaquecas, outros ainda podem ter estresse pós-traumático, que pode conduzir à Ligirofobia. É que os seres humanos são feitos de forma diferente. Uma pessoa é melhor em determinado esporte do que os outros, da mesma forma, a capacidade ou incapacidade para resistir a sons altos e ruídos difere de pessoa para pessoa.

Os sintomas de Fonofobia

Pessoas que sofrem de diferentes sintomas da fonofobia mostram isso com base na intensidade de seu medo: náuseas, desmaios e sudorese são alguns dos sintomas mais comuns, enquanto o desejo de fugir do lugar barulhento é outro sintoma altamente relatado em pessoas que sofrem de Ligirofobia.

Comportamento de evitação também é geralmente visto em tais pacientes: eles temem e evitam barulho de fogos de artifício, mercados barulhentos e cidades populosas, ou atividades como dirigir em rodovias. Adultos com Ligirofobia podem sentir vergonha devido ao seu condicionamento, por parecer inquietos ou incapazes de ficar normalmente em ambientes ruidosos. Naturalmente, esta condição pode ser muito limitante para suas vidas pessoais e profissionais.

As crianças mais velhas com a fobia também tendem a evitar esportes, estádios barulhentos ou podem se recusar a participar de jogos. Elas tendem a tapar os ouvidos ou ter um ataque de pânico ao enfrentar tais situações. Podem recusar-se a socializar ou comer em restaurantes lotados. Muitas vezes, o seu comportamento é altamente constrangedor para seus pais.

Tratamentos para perder medo de barulhos altos

Se o medo de ruídos altos está produzindo sofrimento emocional perturbador ou uma reação física extrema, que tende a interferir com as atividades do dia-a-dia, então é melhor procurar ajuda profissional.

Terapias clínicas, incluindo a terapia cognitivo-comportamental (TCC) são conhecidas pelo sucesso na gestão e tratamento da Ligirofobia. Funciona por educar o paciente para que ele seja informado sobre sua fobia de uma forma que ajude-o a mudar sua perspectiva. Ele também aprende a desafiar os seus pensamentos e através da exposição e prevenção de resposta, ele aprende a superar seu medo.

A abordagem clínica mais direta para o tratamento Ligirofobia é terapia de exposição. Ela funciona através da oferta de doses muito pequenas de estímulos (neste caso ruído) sem ofender  – até que o paciente aprenda a desenvolver tolerância para as doses maiores de som.

Espero ter ajudao com estas dicas comprovadas para superar o medo de barulho alto.

Por Jacob

 

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Um comentário em “Fonofobia (Medo de barulho): Causas, sintomas, tratamentos

  • 14/01/2017 em 17:12
    Permalink

    Sofro muito com isso.Da vontade de por fogo na casa do vizinho ou dar um tiro na cara dele, por causa do som. Sinto vontade de morar numa chácara, só para ficar afastada dessa sociedade barulhenta que não respeita o próximo.

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