Pesticidas associados à autismo, Alzheimer e Huntington

Os fatores ambientais são frequentemente associados com o desenvolvimento de numerosas doenças neurológicas, entre outras. Produtos químicos libertados no ambiente, destacadamente pesticidas, podem ser particularmente prejudiciais. Um estudo publicado na Nature Communications destinou-se a identificar possíveis ligações entre doenças neurológicas e produtos químicos normalmente encontrados em nosso ambiente e comida.

Para isso, os autores expuseram culturas de células neuronais à centenas de pesticidas, fungicidas e outros produtos químicos, e avaliaram as alterações moleculares que essas substâncias químicas induziram nos neurônios. Verificou-se que a rotenona, um pesticida que já tinha sido associado com o risco de doença de Parkinson, e os fungicidas piraclostrobina, trifloxistrobina, famoxadona e fenamidona, estimularam a oxidação e através da indução de alterações estruturais em neurônios, conduziram a alterações patológicas que se assemelhavam à aquelas observadas em amostras de cérebros de seres humanos com autismo, idade avançada, doença de Alzheimer e doença de Huntington.

Este estudo destaca o potencial impacto de produtos químicos que podem interferir na saúde do nosso cérebro.

 perigo-pesticidas

Referências:

Pearson, B., Simon, J., McCoy, E., Salazar, G., Fragola, G., & Zylka, M. (2016). Identification of chemicals that mimic transcriptional changes associated with autism, brain aging and neurodegenerationNature Communications, 7 DOI: 10.1038/ncomms11173


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