Cara de rico ou de pobre? Características faciais revelam sua classe social

“Com o tempo, seu rosto passa a refletir de forma permanente e revelar suas experiências.”

Só de olhar para o seu rosto, as pessoas podem confiantemente dizer se você é rico ou pobre, segundo constata um novo estudo. E com base nisso, eles também fazem outros juízos, por exemplo, que as pessoas ricas são mais propensas a serem contratadas para um trabalho.

A doutoranda Thora Bjornsdottir, que liderou o estudo, disse:

“Isso indica que algo tão sutil quanto os sinais em seu rosto sobre sua classe social podem atualmente perpetuá-la. Essas primeiras impressões podem tornar-se uma espécie de profecia auto-realizável. Vão influenciar suas interações e as oportunidades que você tem.”

A Primeira Impressão é a que fica; e ainda mais do que você pensava…

A razão mais provável é que uma aparência de felicidade ou satisfação (ou infelicidade e insatisfação) torna-se gravada em seu rosto na adolescência ou início da idade adulta.

Aqui estão alguns dos exemplos do estudo, veja se você consegue adivinhar quem é rico e quem é pobre.

Os “rostos de ricos” estão aparecendo do lado esquerdo (A) ou à direita (B) ?

A resposta é que as quatro faces de pessoas ricas estão à esquerda, marcadas pela letra ‘A’.

Se você olhar de perto, você vai ver que a diferença é ainda mais acentuada ao longo da linha inferior: As faces do quadro ‘B’ parecem muito mais infelizes do que do quadro ‘A’.

Dr. Nicholas Rule, coautor do estudo, disse:

“Com o tempo, seu rosto passa a refletir de forma permanente e revelar suas experiências. Mesmo quando pensamos que não estamos expressando algo, resquícios de nossas emoções ainda estão lá.”

Os resultados vêm de um estudo em que os pesquisadores mostraram fotos aos alunos e pediram para eles julgarem se as pessoas das fotos eram ‘ricas’ ou ‘pobres’. Curiosamente, porém, as pessoas só podiam julgar a classe social de alguém, se eles posaram com uma face neutra. O efeito desaparecia se as pessoas sorriam.

Dr. Rule disse:

“O que estamos vendo é que os estudantes com apenas 18-22 anos já acumularam experiência de vida suficiente para que eles tenham visivelmente alterado a forma de seu rosto para o ponto em que você pode dizer qual a sua posição sócio-econômica ou classe social.

Existem neurônios no cérebro que se especializam em reconhecimento facial. O rosto é a primeira coisa que você percebe quando você olha para alguém. Vemos rostos nas nuvens, vemos rostos em torradas. Estamos programados para olhar para estímulos faciais. E isso é algo que as pessoas pegam muito rapidamente. E eles são consistentes, que é o que faz com que sejam estatisticamente significativos.”

Ms Bjornsdottir concluiu:

“As pessoas não estão realmente cientes do que deixas estão usando quando fazem esses julgamentos. Se você perguntar-lhes porque, elas não sabem. Elas não estão cientes de como estão fazendo isso. As pessoas falam sobre o ciclo da pobreza, e isso é potencialmente um contribuinte para isso.”


O estudo foi publicado na revista Journal of Personality and Social Psychology  ( Bjornsdottir & Rule, 2017 ).

Via Psyblog.




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