Homossexualidade e perversão segundo Freud

Sim, Freud dizia que a homossexualidade (na época ainda homossexualismo) é uma perversão.

Mas calma aí… se já deu vontade de sair na rua com uma lâmpada na mão, guarda ela pra própria cabeça.
Para Freud, a sexualidade em si é perversa. Ela vai muito além dos órgãos genitais, em busca de prazer, e foge de qualquer tentativa de normalização.

Versão em vídeo:

A palavra perversão carrega bastante peso e geralmente uma conotação negativa, porém pode significar alteração, um comportamento que desvia de um caminho considerado normal por um grupo social.
A sexualidade é uma perversão no sentido de fugir (e muito) do suposto objetivo original do sexo: a procriação. Ou seja: fazer sexo com a namorada usando camisinha é perversão, nesse contexto.
Em relação à função de relacionamento social no sexo entre animais, temos como exemplos de perversão o sexo antissocial: a masturbação, o xvideos em noites solitárias, e por aí vai.
Em relação à sexualidade, não existe “natureza humana”.
Pra terminar, um trecho de uma famosa carta do Tio Sig, escrita em 1935, a uma mãe que pede conselhos sobre seu filho homossexual:

A homossexualidade não é, certamente, nenhuma vantagem, mas não é nada de que se tenha de envergonhar; nenhum vício, nenhuma degradação, não pode ser classificada como doença; nós a consideramos como uma variação da função sexual (Jones, 1979, p. 739).

Mais informações:
A INVENÇÃO DA HOMOSSEXUALIDADE



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